29 comentários:
De a 7 de Abril de 2006 às 23:08
Na amurada dum veleiro,
no peito dum marinheiro
que, estando triste, cantava,
Ai, que lindeza tamanha,
meu chão, meu monte, meu vale,
de folhas, flores, frutas de oiro,

Na boca dum marinheiro
do frágil barco veleiro,
morrendo a canção magoada,
diz o pungir dos desejos
do lábio a queimar de beijos
que beija o ar, e mais nada.

Deixo um abraço…

Juda
(http://osaldanossapele.blog.simplesnet.pt)
(mailto:osaldanossapele@simplesnet.pt)
De a 7 de Abril de 2006 às 17:07
Não sei se é recente, se já lá estava, mas olhei para o "teu" lado esquerdo. Muitas vezes a vontade de abandonar é muita, muitos vezes a vontade de escrever é pouca, muitas vezes, como tu bem dizes "hiberna-se", mas um ano passou e por certo que muitos mais irão passar.Parabéns pelo aniversário do teu blog feitos no dia 3. Tudo de bommarius70
(http://marius70.blogs.sapo.pt/)
(mailto:marius70@sapo.pt)
De a 7 de Abril de 2006 às 15:33
Não precisamos recordar...........

o que nunca

esquecemos...........



precisamos sim,

lembrar..........

o quanto nos fizeram

únicos..........

Carlos
(http://vagueandoporti.blogspot.com/)
(mailto:c_m_a_n_u_e_l@hotmail.com)
De a 7 de Abril de 2006 às 10:19
Volto cá, novamente, porque se o teu texto (não gosto muito de dizer post) me trouxe muitas recordações, os comentários ainda me trouxeram muito mais. De facto, o Pequenu, o Pássaro Azul, os cinco, os sete, sei lá, tantos que me faziam esperar ávidamente pela biblioteca itinerante da Gulbenkian em tardes que o sol queimava e se derretia dentro da carrinha. E a tristeza que era eles não virem creio que em Agosto? Lembro-me, não do rosto, mas da simpatia da pessoa que nos acolhia, que não tinha nada a ver com aquela ideia cinzenta que temos das bibliotecárias, que nos deixava levar mais livros nessa altura, embora tal não fosse permitido.
Estimei sempre os meus livros (não os da escola, curiosamente), estimo-os muito ainda e estou a tentar transmitir ao meu filho o amor pelos livros, também meus grandes companheiros nesta altura da vida.
No Verão fui de férias para Trás-os-Montes e, à porta de uma piscina para onde costumava ir, lá estava uma carrinha, desta vez amarela, de uma Câmara qualquer, uma biblioteca itinerante... Abeirei-me, olhei, espreitei lá para dentro, vieram-me tantas recordações à mente. O funcionário olhou para mim e eu disse "era só para matar saudades". Sorriu e disse "esteja a vontade, se quiser entrar matará as saudades melhor lá dentro"...
A gente vê-se por aí...homem de negro
(http://vadiando.blogs.sapo.pt)
(mailto:homem.de.negro@sapo.pt)
De a 6 de Abril de 2006 às 22:28
Olá gaivota. Que pena não ter conhecido o Noddy, o Pequenu e o Pássaro Azul. Os meus livros como leste no meu tema era mais virado para os cowboys e Indios; Aiô Silveeeeeeer...:)) Desses que apontas os Cinco ainda fizeram parte das minhas leituras e se não tenho a colecção toda poucos devem faltar. Mais tarde a Enid Blyton lançou os sete mas dessa vez não teve tanta sorte. O Noddy que também é dela francamente não me lembro. As carrinhas bibliotecas itinerantes fizeram a delícia de muitos garotos por essas terras recônditas. No teu caso foi a biblioteca, no meu caso foi o quiosque de esquina que ficava sempre sem mais um ou dois, consoante éramos mais ou menos rápidos em guardar o «Mundo de Aventuras» dentro da camisa. :)) Enfim recordações que de certo modo nos faz recordar um tempo ido e uma busca ao baú das recordações de um passado estranhamente tão perto. Tudo de bommarius70
(http://marius70.blogs.sapo.pt/)
(mailto:marius70@sapo.pt)
De a 6 de Abril de 2006 às 22:18
Sou eu de novo. Obrigado pelo teu comentário simpático como sempre na minha barraca; mas a Mocho faz-nos muita falta, ela é mesmo insubstituível. Espero muito sinceramente que ela regresse. BjsAndesman
(http://opalanegra.blogs.pt)
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De a 6 de Abril de 2006 às 18:41
Olá gaivota linda, revi-me nas tuas palavras, linha a linha, imaginei as minhas idas à biblioteca , a minha grande paixão por livros que dura até hoje, as minhas fantasias ao ler aquelas histórias, O Pequenu, aí o que eu adorava o Pequenu. Quanto ao nody, vem dessa época o meu gosto por ele, pois como sabes está de volta no seu melhor, que o digam as crianças.Suspeito que veio novamente até nós através de alguém que como nós o curtiu muito na infancia.

obrigado por mo-lo teres feito recordar
ciloca
(http://cidaliasantos.blogs.sapo.pt)
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De a 6 de Abril de 2006 às 13:05
O que eu tenho saudades mesmo , para alem dos livros ...é mesmo da bibliotecaria, que fazia o deleite dos sonhos dos rapazinhos da nossa idade
yessssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssssss

esta gaivota lembra-nos cada coisa....

NonSense
(http://)
(mailto:a@pi.com)
De a 6 de Abril de 2006 às 09:44
Alo Gaivotinha, Ah, que saudades que tenho da aurora de minha vida (Casimiro)... beijos..espelhodesombras
(http://www.espelhodesombras.blogs.sapo.pt)
(mailto:jpcfilho@sapo.pt)
De a 6 de Abril de 2006 às 03:52
Ah, Gaivota amiga!... é das lembranças mais queridas os primeiros contatos com esse mundo maravilhoso: um mundo todo de livros!!! Um beijo.batista filho
(http://ilhamutuns.blogspot.com)
(mailto:ilhamutuns@yahoo.com.br)

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