Quarta-feira, 7 de Dezembro de 2005

Noite sem fim

(Img. retirada da Internet)

Noite fria. O quarto gelado. A mãe lívida debruçada sobre o teu bercinho. A nossa irmã mal se avista ao fundo do corredor, agachada, enrolada na escuridão. E o pai vai até ao armário e tira um embrulho, com um laço, não podes abri-lo, os dedos trémulos do pai abrem-no. E um brilho frágil nos teus olhos, muito ténue, afaga o teu presente. Um grito lancinante ecoou naquela noite. Noite de Natal.

Escrevinhado por gaivota da ria às 00:20
|

◊◊◊ ver perfil

◊◊◊ seguir perfil

◊◊◊ A minha velha ria...

◊◊◊ arquivos

◊◊◊ Abril 2007

◊◊◊ Março 2007

◊◊◊ Fevereiro 2007

◊◊◊ Janeiro 2007

◊◊◊ Dezembro 2006

◊◊◊ Novembro 2006

◊◊◊ Outubro 2006

◊◊◊ Setembro 2006

◊◊◊ Agosto 2006

◊◊◊ Julho 2006

◊◊◊ Junho 2006

◊◊◊ Maio 2006

◊◊◊ Abril 2006

◊◊◊ Março 2006

◊◊◊ Fevereiro 2006

◊◊◊ Janeiro 2006

◊◊◊ Dezembro 2005

◊◊◊ Novembro 2005

◊◊◊ Outubro 2005

◊◊◊ Setembro 2005

◊◊◊ Agosto 2005

◊◊◊ Julho 2005

◊◊◊ Junho 2005

◊◊◊ Maio 2005

◊◊◊ Abril 2005


◊◊◊ Voos recentes

◊◊◊ Dois anos depois...

◊◊◊ Cansaço...

◊◊◊ Agora "semos" all-garvios...

◊◊◊ Nós, as mulheres...

◊◊◊ "Etiqueta" no gato

◊◊◊ Com o meu silêncio...

◊◊◊ Sentir assim...

◊◊◊ Praga acorrentada

◊◊◊ Três anos apenas...

◊◊◊ Bom Ano Novo

Obrigada Sofia pela atribuição deste prémio: